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Localização geográfica: Europa de Leste
Outras cidades importantes: Kaunas e Klaipeda
Data de independência: 1991
Religião maioritária: Catolicismo |
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Geografia
País do nordeste da
Europa,
designado habitualmente como uma das Repúblicas do Báltico,
encontra-se ladeado pela
Letónia,
a norte; pela
Bielorrússia, a leste e a sul; pela
Polónia
e pela província russa de Kaliningrad, a sudoeste; e pelo
Mar Báltico,
a oeste. Tem uma área de 65 200 km2. As cidades mais importantes
são Vilnius,
a capital, Kaunas
e Klaipeda.
Clima
O clima é de transição entre o clima
temperado marítimo e o clima temperado continental e as
temperaturas variam entre-5 oC, em Janeiro, e 17 oC, em Julho,
com precipitação que ocorre durante todo o ano mas cujos valores
máximos se registam no Verão.
Economia
Embora, a partir da década de 1940, a
Lituânia se tenha industrializado rapidamente, a economia
continua a ser tradicionalmente agrícola. As culturas dominantes
são a batata, o trigo, a cevada, a beterraba, o centeio e a
couve e destinam-se, sobretudo, ao mercado russo. O país depende
das importações de matérias-primas e de combustíveis. Grande
parte das exportações são constituídas por maquinaria e por
produtos alimentares.
População
A população era, em 1998, de 3 600 158
habitantes, equivalente a uma densidade de 55 hab./km2.
Estima-se que, em 2025, a população seja apenas de 3,8 milhões
de pessoas, alterando-se um pouco a tendência de crescimento
negativo registado em 1990-96. As principais etnias são a
lituana, com 81%; a russa, com 9%; e a polaca, com 7%. As
religiões com maior expressão são a católica e a ortodoxa russa.
A língua oficial é o lituano.
História
Em 1386, o grão-duque lituano tornou-se rei
da Polónia
e, por isso, os dois países formaram o Império Polaco-Lituano
Católico Romano, durante cerca de quatrocentos anos. Com as
invasões alemãs, suecas e russas, o império entrou em declínio
e, em 1795, com a Terceira Partição da Polónia, a Lituânia
passou para o domínio russo. No século XIX, a resistência levou
a revoltas camponesas, a uma emigração maciça para a
América do Norte
e ao despontar de um movimento nacionalista que se manteve
activo até à década de 1950. Em 1918, enquanto o território se
encontrava ocupado pelos alemães, a população proclamou a
independência. Depois de várias lutas entre os russos
bolcheviques, os polacos e os lituanos, em 1920, a
União Soviética
assinou um tratado de paz com a Lituânia e tornou-a
independente. Nesse ano, subiu ao poder um Governo democrático
de coligação mas, em 1926, um golpe militar pôs fim à democracia
parlamentar. Em 1939, o país foi obrigado a aceitar a instalação
de bases militares soviéticas no seu território e, no ano
seguinte, o Exército Vermelho Soviético ocupou a Lituânia, que
passou a integrar a União Soviética. A
Alemanha
nazi ocupou o território entre 1941 até o Exército Vermelho
libertar o território, em 1944. Nos anos seguintes, a economia
nacional foi colectivizada e seguiu, assim, os padrões
soviéticos.
Quando
Mikhail Gorbachev
começou a liberalizar o regime soviético, em meados da década de
1980, o nacionalismo lituano ressurgiu. Em 1990, o país declarou
a independência e, um ano mais tarde, alcançou a independência
total. Actualmente, as escolhas económicas da Lituânia revelam
uma certa contradição, pois as privatizações excluem sectores
estratégicos, como os transportes, a energia, as comunicações e
os portos. |
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Último Alargamento -
2007

Trabalho no âmbito da Semana da Europa
- Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca -
Maio de 2011 |
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