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| Localização
geográfica: Europa
Central Outras cidades importantes:
Brno, Hradec Kralove,
Plzen, Olomouc e Ostrava
Data de independência: 1993
Religiões maioritárias: Catolicismo,
Protestantismo e religião Ortodoxa |
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Geografia
País do interior da
Europa Central, faz
fronteira a norte e nordeste com a
Polónia, a noroeste e a oeste com a
Alemanha, a sul com
a Áustria e
a este com a República da Eslováquia.
Tem uma área de 78 864 km2.
A República Checa compreende as históricas terras da Boémia e
da Morávia, comummente designadas por terras checas. O relevo é dominado pelo
maciço boémio. O rio mais importante do país é o Morava.
O relevo e o clima proporcionam uma cobertura florestal
constituída por pinheiros e abetos que cobrem cerca de 33% do território.
Grandes áreas de floresta têm sido abertas para cultivo.
Clima
O clima é continental, com invernos frios e verões
relativamente quentes e chuvosos.
Economia
A economia checa está em transição desde o início dos anos
noventa. Entre 1948 e 1989 o sistema comunista dominou os meios de produção. O
Produto Interno Bruto (PIB) provém das minas, das manufacturas, do comércio e da
construção. Depois do colapso do comunismo na
Europa de Leste, o
governo inaugurou um programa de privatizações. A partir de 1993, com a ajuda de
uma moeda própria, transformou-se numa economia de mercado. A República Checa
tem uma importante indústria vidreira. O turismo e as esculturas de madeira
constituem atractivos da República Checa. As actividades turísticas incluem
desportos de Verão e de Inverno, pesca, caça e viagens turísticas às montanhas.
População
A população era, em 1998, de 10 286 470 habitantes, dos quais
cerca de 12% vivem na capital. No contexto dos países europeus, é ainda um país
muito rural, com 63% da população a habitar em centros urbanos. O crescimento
demográfico é praticamente nulo, calculando-se que, em 2025, a população seja de
10,6 milhões de pessoas, um valor ligeiramente superior ao actual.
A região ocidental do país tem sido habitada tradicionalmente
por povos eslavos da Europa
Central. Os checos são maioritários, mas os morávios consideram-se um grupo à
parte nesta maioria. A língua oficial, o checo, faz parte do grupo das línguas
eslavas. Os católicos romanos estimam-se em cerca de 40% da população. Existem
também vários sectores protestantes e ortodoxos. As migrações para as cidades
aumentaram a ponto de a quase totalidade da população ser urbana.
História
Os primeiros povos a habitar a região eram
Celtas. Entre os
séculos V e VII os eslavos tomaram conta da região e os checos no século IX
tornaram-se os senhores da Boémia Central. A Morávia foi colonizada por
sucessivas vagas de Celtas e tribos germânicas. Os eslavos que viviam na zona do
Rio Morava foram chamados morávios. Depois de longas disputas, a Morávia foi
incorporada na Boémia e governada pelos seus reis. A Boémia foi reduzida a um
estatuto de província em 1867 quando passou a fazer parte do Império Austro-Húngaro.
O nacionalismo cresceu na Boémia e os partidos políticos começaram a desenvolver-se.
Com o fim do Império Austro-Húngaro e o fim da
Primeira Guerra Mundial,
nasceu a independente República da
Checoslováquia, em 1918. Boémia, Morávia e
Eslováquia
estiveram unidas na nação da
Checoslováquia de 1919 a 1992.
O país está dividido em oito regiões que por sua vez se
subdividem em municípios. Nos anos noventa começou a tornar-se evidente o
separatismo entre checos e eslovacos dentro da
Checoslováquia. Nas
eleições de 1992, os eslovacos do Movimento para a Democracia da Eslováquia,
liderados por Vladimir Meciar, ganharam a maioria dos lugares no parlamento. O
presidente Vaclav Havel
demitiu-se, depois de ter apresentado uma proposta para a criação de um governo
federal que foi rejeitada. Ficou então acordado que se separariam em dois
Estados, a República Checa e a da Eslováquia. A união com a Eslováquia foi
pacificamente dissolvida e tornou-se República Checa a 1 de Janeiro de 1993 com
Václav Klaus do Partido Democrata Cívico no lugar de primeiro-ministro.
Havel tornou-se
Presidente da República. Em Junho de 1993 o país foi admitido nas
Nações Unidas e fez
o pedido de adesão para ser Estado membro da
União Europeia. Uma
nova moeda foi introduzida. Em Janeiro de 1994 a República Checa passou a fazer
parte da "parceria para a paz" um programa da Organização do Tratado do
Atlântico Norte (NATO),
que é um prelúdio à entrada formal para esta aliança.
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Último Alargamento -
2007

Trabalho no âmbito da Semana da Europa
- Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca -
Maio de 2011 |
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