E

10º Ano

Turma E

Ano Lectivo 2003/2004

Escola Secundária

Ponte da Barca

Prof Rui Gomes

Á S
R C
E O
A L
  A

OS NOVOS DEZ DA UE

BANDEIRAS Hinos Nacionais

O Penúltimo Alargamento - 2004   

S E

Departamento

Ciências Sociais

e Humanas

Ano Lectivo 2010/2011

Ponte da Barca

Maio 2011

E U
M R
A O
N P
 A A
Chipre
Eslováquia
Eslovénia
Estónia
Hungria
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Lituânia
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Polónia
República Checa
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

Localização geográfica: Europa Central

Outras cidades importantes: Brno, Hradec Kralove, Plzen, Olomouc e Ostrava

Data de independência: 1993

Religiões maioritárias: Catolicismo, Protestantismo e religião Ortodoxa

Geografia

País do interior da Europa Central, faz fronteira a norte e nordeste com a Polónia, a noroeste e a oeste com a Alemanha, a sul com a Áustria e a este com a República da Eslováquia. Tem uma área de 78 864 km2.

A República Checa compreende as históricas terras da Boémia e da Morávia, comummente designadas por terras checas. O relevo é dominado pelo maciço boémio. O rio mais importante do país é o Morava.

O relevo e o clima proporcionam uma cobertura florestal constituída por pinheiros e abetos que cobrem cerca de 33% do território. Grandes áreas de floresta têm sido abertas para cultivo.

Clima

O clima é continental, com invernos frios e verões relativamente quentes e chuvosos.

Economia

A economia checa está em transição desde o início dos anos noventa. Entre 1948 e 1989 o sistema comunista dominou os meios de produção. O Produto Interno Bruto (PIB) provém das minas, das manufacturas, do comércio e da construção. Depois do colapso do comunismo na Europa de Leste, o governo inaugurou um programa de privatizações. A partir de 1993, com a ajuda de uma moeda própria, transformou-se numa economia de mercado. A República Checa tem uma importante indústria vidreira. O turismo e as esculturas de madeira constituem atractivos da República Checa. As actividades turísticas incluem desportos de Verão e de Inverno, pesca, caça e viagens turísticas às montanhas.

População

A população era, em 1998, de 10 286 470 habitantes, dos quais cerca de 12% vivem na capital. No contexto dos países europeus, é ainda um país muito rural, com 63% da população a habitar em centros urbanos. O crescimento demográfico é praticamente nulo, calculando-se que, em 2025, a população seja de 10,6 milhões de pessoas, um valor ligeiramente superior ao actual.

A região ocidental do país tem sido habitada tradicionalmente por povos eslavos da Europa Central. Os checos são maioritários, mas os morávios consideram-se um grupo à parte nesta maioria. A língua oficial, o checo, faz parte do grupo das línguas eslavas. Os católicos romanos estimam-se em cerca de 40% da população. Existem também vários sectores protestantes e ortodoxos. As migrações para as cidades aumentaram a ponto de a quase totalidade da população ser urbana.

História

Os primeiros povos a habitar a região eram Celtas. Entre os séculos V e VII os eslavos tomaram conta da região e os checos no século IX tornaram-se os senhores da Boémia Central. A Morávia foi colonizada por sucessivas vagas de Celtas e tribos germânicas. Os eslavos que viviam na zona do Rio Morava foram chamados morávios. Depois de longas disputas, a Morávia foi incorporada na Boémia e governada pelos seus reis. A Boémia foi reduzida a um estatuto de província em 1867 quando passou a fazer parte do Império Austro-Húngaro. O nacionalismo cresceu na Boémia e os partidos políticos começaram a desenvolver-se. Com o fim do Império Austro-Húngaro e o fim da Primeira Guerra Mundial, nasceu a independente República da Checoslováquia, em 1918. Boémia, Morávia e Eslováquia estiveram unidas na nação da Checoslováquia de 1919 a 1992.

O país está dividido em oito regiões que por sua vez se subdividem em municípios. Nos anos noventa começou a tornar-se evidente o separatismo entre checos e eslovacos dentro da Checoslováquia. Nas eleições de 1992, os eslovacos do Movimento para a Democracia da Eslováquia, liderados por Vladimir Meciar, ganharam a maioria dos lugares no parlamento. O presidente Vaclav Havel demitiu-se, depois de ter apresentado uma proposta para a criação de um governo federal que foi rejeitada. Ficou então acordado que se separariam em dois Estados, a República Checa e a da Eslováquia. A união com a Eslováquia foi pacificamente dissolvida e tornou-se República Checa a 1 de Janeiro de 1993 com Václav Klaus do Partido Democrata Cívico no lugar de primeiro-ministro. Havel tornou-se Presidente da República. Em Junho de 1993 o país foi admitido nas Nações Unidas e fez o pedido de adesão para ser Estado membro da União Europeia. Uma nova moeda foi introduzida. Em Janeiro de 1994 a República Checa passou a fazer parte da "parceria para a paz" um programa da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), que é um prelúdio à entrada formal para esta aliança.

 

 

Último Alargamento - 2007

 

Trabalho no âmbito da Semana da Europa - Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca - Maio de 2011

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